Eduardo Campos mártir da política, mais um – A conclusão (6/6)

Conclusão do Prof. Lin, tomando sua morte como aviso da necessidade de mudança radical na cultura do país.

Quem quiser ser feliz em maior ou menor grau, dentro da família, dentro da sociedade, é só começar a ser gentil com todos e com tudo (objetos, coisas, plantas, vegetação, animais) para, então, adquirir a capacidade de ter fé e sempre se lembrar de que o ser humano é o único ser que tem aparência Divina. É preciso reconhecer Deus verdadeiramente, não apenas acreditar, mas entender de Deus, ver e sentir Deus no outro, tentar a convivência com Deus; aprender a ter fé para ter esperança e respeito; aprender a respeitar para ter amor e encontrar Deus todos os dias. É necessário aprender a amar para ajudar no surgimento da nova cultura e civilização. Podemos começar, estimulando o resgate da demonstração de gentileza, respeito e gratidão, dentro e fora de casa, no ambiente escolar (adotar moral e civismo), no trabalho, no trânsito, nos encontros sociais, nos vários outros ambientes, ocasiões e situações.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão

Aécio Dilma e Eduardo Campos – Libertando-se (5/6)

Crise de caráter
Acontece que, para tanto, o País precisa se libertar da crise de caráter. Nesse caso, o que fazer? Peço licença para repetir: “Para mudar uma nação é preciso corrigir a sociedade; para mudar a sociedade é preciso corrigir a família“; para mudar a família é preciso que cada um corrija a si próprio; para que cada um consiga corrigir a si próprio é preciso aprender com quem sabe e ensina. Aqui começa o problema: quem não sabe tem de perguntar, quem sabe tem de ensinar, quem ensina tem de praticar, quem pratica tem de divulgar e divulgar maciçamente.

Chegou a hora da mudança (13): a hora da morte, não a morte como fim da vida, mas como transformação, movimento, mudança mesmo, renovação, renascimento ou um inicio inspirador. Aqui existe uma mudança de conscientização, advertência contra a indiferença, o descontentamento e as más atitudes, como a postura da geração “nem-nem“: “nem estudo, nem trabalho“, “tô nem aí“.

São Bento dizia: “A vida deve ser feita de oração, trabalho, leitura e estudo“; para Santo Inácio de Loyola: “Rezar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de nós“; e nas palavras de Malba Tahan: “Aquele que não lê, mal fala, mal ouve, mal vê“.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão

Dilma, Aécio e Eduardo Campos – Violência (4/6)

Corrupção (e violência)
Quanto à Ficha Limpa (corrupção), “não se tem a ingenuidade de imaginar que eficiente arcabouço legal bastará para acabar com a corrupção (e violência) no Brasil. Há que se ter condições também para que as instituições funcionem na direção de assegurar o pleno atendimento ao anseio de limpeza ética (moral, social, espiritual) reclamado nos quatro cantos do país“.

Praga da corrupção faz mais do que tirar dinheiro da saúde, da educação, da segurança e dos transportes, para citar quatro áreas essenciais da administração pública, que mais de perto afligem os direitos do cidadão. Ela também violenta a iniciativa privada. Ao encarecer o investimento, com a propina acrescentada ao orçamento das obras, rouba a competitividade do empresariado, desestimula os negócios, reduz a oferta de empregos“.

Para tais limpezas: ética, moral, social e espiritual, o eleitor precisa, pois, estar muito consciente do voto que depositará nas urnas, em cada pleito na política nacional, estadual ou municipal — do presidente da República, dos governadores, dos prefeitos, dos senadores, dos deputados e dos vereadores, em cada eleição.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão

Presidente do Brasil 2015 – Morte de Eduardo Campos – O resgate (3/6)

O resgate da afetividade familiar e aviso no contexto dos números
Eis algumas palavras inspiradas na sábia avaliação que Dra. Maria Amélia Bracks Duarte faz da sociedade atual, em artigo publicado no jornal Estado de Minas, dia 4/9/2014 e outras palavras baseadas no Editorial (08/09/2014), que tem como título Corrupção e Ficha Limpa:

“Precisamos resgatar a dimensão afetiva da família,” diz Maria Amélia. “… As cenas chocantes que se veem na mídia demonstram, no mínimo, a ausência de afeto que deveria permear as relações familiares e a desestrutura do núcleo familiar. As gravações frequentemente publicadas por alguns canais televisivos revelam requintes de crueldade e humilhação impostos às vítimas indefesas, com palavras, atos e omissões”.

Se, ancestralmente, o pai era o respeitado e autoritário provedor, que, com um estalar de dedos ou com um olhar severo, mantinha a família num regramento de valores estabelecidos e cumpridos, hoje, o esgarçamento da hierarquia e a liberdade incondicional entre pais e filhos levaram a um abandono decorrente do individualismo (defendido por convicções equivocadas), da culpa e da total ausência de limites: permissividade sob o manto da desproteção.

Os exemplos de agressividade no âmbito familiar são inacreditáveis: enquanto os seus responsáveis dançam no baile funk; padrastos engravidam suas enteadas sob os olhos complacentes das mães. Vê-se um exacerbado consumismo, acumulação de bens materiais vendidos em luzes de propaganda, e faltam alma, solidariedade e amor nas relações interpessoais. Misericórdia, talvez.

A violência também se manifesta no assédio moral no trabalho, no bullying das escolas, no desrespeito às pessoas mais velhas e nos diferentes de cor, de peso, de situação social, de opção sexual; a violência grita com ódio nas injúrias raciais, como a ocorrida por torcedores de time adversário contra jogadores de clube vencedor; a violência é cruel na homofobia, na difamação no anonimato das redes sociais, na hostilidade de alunos contra professores em salas de aula, na morte de policiais e repórteres, nas caras escondidas de manifestantes ilegais“.

A notícia de que um pai impediu a sanha do filho atirando bombas em passeatas e usando o vandalismo na destruição de bens particulares e da sociedade surpreendeu as pessoas, como se o pátrio poder já não mais existisse“.

Para isso, no entanto, o enfrentamento, a repressão e a punição severa da Justiça devem ser a resposta para os desvarios que mantém a violência em todas as suas formas“.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão

Morte de Eduardo Campos e significado – Segundo turno (2/6)

A morte de Eduardo Campos nos números
Mas, o triste evento trouxe outras mensagens matemáticas:
– Na palavra “candidata = 3” encontra-se o número da auto expressão 3 cujo aviso é de otimismo e criatividade;
– Na palavra “candidato = 8” encontra-se o aviso de que o foco é administração, negócios e justiça.

O número 8, representando o mês de agosto, vibração 13, indica o tempo da colheita do que foi plantado em janeiro (1), liderança para mudar os rumos da sociedade, focando nas crianças (futuro da sociedade, que depende da verdadeira noção de família: aviso do ano Brasil 6), como exemplo para as outras nações, na difícil tarefa de mudar o Brasil (7). Mudar com a visão de que se começa o novo no tempo novo.

O número 7 (sete), presente três vezes nesse acontecimento, aponta para a busca do conhecimento, ciência, tecnologia, cultura, reeducação espiritual e religiosa, tendo em vista a política de mudança na conscientização cobrada pelo número do dia 13 (nova conscientização), em que ocorreu o fatídico acontecimento. Isso não deve ser encarado, como um simples fato igual a outros, mais ou menos graves, mas sim como aviso e cobrança do Destino do Brasil (7). Aqui, devem-se levar em conta os números 8 (agosto (13) mês 8 e 2015 ano 8, ano do novo governo), 13 (dia do acontecimento) e 7 (2014 = Ano Universal 7).

Temos os números 11 e 20, como resultado da soma do número 7 mais o número 13.
O número 11 é o da promoção que representa necessidade de reeducação religiosa e espiritual.
O 20, aqui, representa a necessidade de espalhadores de ensinamentos e ideologia, recrutados ou convocados pelos eleitos para formar uma nova sociedade brasileira.

21 é o número resultante da quantidade de vezes que o 7 aparece nesse desastre, o número de dias, antes dos quais tudo deve estar consolidado para os representantes certos, escolhidos aleatoriamente pelo povo.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão