Aécio Dilma e Eduardo Campos – Libertando-se (5/6)

Crise de caráter
Acontece que, para tanto, o País precisa se libertar da crise de caráter. Nesse caso, o que fazer? Peço licença para repetir: “Para mudar uma nação é preciso corrigir a sociedade; para mudar a sociedade é preciso corrigir a família“; para mudar a família é preciso que cada um corrija a si próprio; para que cada um consiga corrigir a si próprio é preciso aprender com quem sabe e ensina. Aqui começa o problema: quem não sabe tem de perguntar, quem sabe tem de ensinar, quem ensina tem de praticar, quem pratica tem de divulgar e divulgar maciçamente.

Chegou a hora da mudança (13): a hora da morte, não a morte como fim da vida, mas como transformação, movimento, mudança mesmo, renovação, renascimento ou um inicio inspirador. Aqui existe uma mudança de conscientização, advertência contra a indiferença, o descontentamento e as más atitudes, como a postura da geração “nem-nem“: “nem estudo, nem trabalho“, “tô nem aí“.

São Bento dizia: “A vida deve ser feita de oração, trabalho, leitura e estudo“; para Santo Inácio de Loyola: “Rezar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de nós“; e nas palavras de Malba Tahan: “Aquele que não lê, mal fala, mal ouve, mal vê“.

1/6 – Números 7 e 13 no desastre com Eduardo Campos
2/6 – O mártir da política nos números
3/6 – O resgate da afetividade familiar
4/6 – Corrupção e violência
5/6 – Libertando da crise de caráter
6/6 – A conclusão

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